terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Meu minuto


Em cada minuto está a minha vida. Só o minuto que tenho nas mãos é importante. Nele vivo minhas emoções. Nele tomo minhas decisões.
O tempo é sagrado. Muito mais sagrado o minuto que tenho a minha disposição. Tenho medo de ser julgado pelo tempo, pelo minuto que estou jogando fora.
O que estou fazendo nesse exato minuto? Vale a pena ocupá-lo do jeito que estou fazendo? Ou é mais um minuto que se perde no espaço e no tempo, se um jeito vulgar?
Sou responsável por este minuto. Não é pelo tempo todo. O tempo parece grande demais. O minuto é o momento  presente e precioso.
Posso morrer neste minuto. Aliás, todos morrem dentro do espaço de um minuto. Sempre vai-se morrendo, mas há o momento fatal. Sempre há um último desejo. Ah! Se esse último desejo fosse desejo de vida!
O minuto é importante, mas nem sempre ele é importante para mim. Pergunto-me:: quando o minuto é para mim? Ele é quase sempre para o trabalho, para a preocupação, para o outro, voltado para fora. Como é importante um minuto para mim! Quase sempre o desprezamos por ser pequeno, mas ele tem sessenta segundos e demora mais do que a gente pensa para passar. Se eu decidir parar de fazer qualquer coisa e guardar este minuto para pensar em mim: o que estou realizando tem validade? 
 O tempo é precioso. É um presente. O minuto é precioso. Desse minuto eu tenho que prestar contas a mim mesmo. Não é a Deus. Deus nos deu o tempo de graça. Fez a sua parte. Minha parte é decisiva.
Quando  o livro do Eclesiastes fala do tempo e diz: “Cada coisa tem seu tempo sobre a terra...” está nos alertando para viver a cada minuto com sua preocupação e importância. Viver cada minuto em intensidade é o novo jeito de ser.


Hipo ou Hiper? Afinal, como me sinto?


Hipotireoidismo é um distúrbio que afeta a glândula tireóide, no qual provoca uma insuficiência na produção de hormônios. Pode ocorrer pela carência de iodo no organismo. Os sintomas mais freqüentes são a apatia, batimentos cardíacos diminuídos, aparência de inchaço no rosto, aumento de peso, e outros.
Emocionalmente falando, encontramos nestas pessoas uma dificuldade muito grande de expressar seus sentimentos e idéias no meio em que vive. Passam muito mais no mundo da imaginação e no diálogo mental do que na prática da conversação.
Muito idealizador, pouco prático. Faz muitos planos mas não os executa com medo de fracassos. Geralmente são pessoas que não apresentam senso prático nem mesmo para os afazeres diários, buscando uma atitude de delegar funções aos que estão ao seu redor, assumindo uma postura de comando.
É muito admirado por suas idéias fantásticas e por planos inquestionáveis, entretanto, gera uma frustração generalizada aos que o rodeiam pois não consegue concretizar absolutamente nada de seus planos.
Esse comportamento acaba resultando em um afastamento das pessoas, pois cansam de esperar por atitudes e acabam por se sentirem manipulados e até mesmo usados. Isso tudo, acaba ocasionando uma aceleração na doença em si, aumentando o problema de hipotireoidismo.
Faz-se necessário, que o indivíduo busque ajuda terapêutica para entender-se e modificar-se, não somente em seus comportamentos, mas principalmente em sua forma de ver-se e sentir-se. Acreditar em sua força e capacidade de concretizar seus planos e de que não há necessidade de esperar pelo outro para assumir  sua vida, suas atividades e compromissos. Auto-confiança é fundamental. Principalmente expressar, vivenciar e concretizar.
No lado oposto temos o hipertireoidismo, que caracteriza-se pelo excessivo funcionamento da glândula tireóide. Apresenta sintomas opostos aos da “hipo”, como por exemplo, agitação, irritabilidade, sensibilidade ao calor, aumento da sudorese, apetite aumentada, entre outros.
Geralmente são pessoas com variações de humor muito freqüentes, uma instabilidade emocional e comportamentos oscilantes. Há momentos que estão tristes, chorosos, sentindo-se rejeitados, insignificantes. Outros momentos ficam eufóricos, felizes, contentes, sentem-se incluídos em todas as atividades que aparecem, entretanto, em função da euforia, acaba não concluindo as tarefas, deixando-as inacabadas. O que lhe falta é ordem tanto nas idéias quanto nas ações.
Apesar das confusões, são pessoas competentes, capazes, que perdem energia voltando-se unicamente para suas complicações internas.
Em alguns momentos mostram-se irritadas pela menor situação que os envolve. São intolerantes e às vezes agressivos.
Possuem uma tendência à valorizarem mais os outros do que a si mesma. São solicitas e amigáveis por causa dos outros, por esperarem reconhecimento. Não havendo reconhecimento, respondem com rebeldia, revoltando-se com as pessoas. Na verdade necessitam reconhecer-se em suas capacidades e não esperar que outros lhe valorizem, mas sim, se auto-conhecer, valorizar, assumir e principalmente, respeitar-se.
Enfim, sendo “hipo” ou sendo “hiper”, na realidade o que mais importa é buscar, SEMPRE, o auto-conhecimento e através disso valorizar-se, reconhecer seus limites e respeitar-se a cada dia em suas conquistas.

O abrigo inicial de nossa alma!


O representante fisiológico da natureza feminina é o útero. Caracterizando originalidade e espontaneidade.
Órgão responsável pela expulsão da menstruação, pela gestação e também pela execução do trabalho de parto. Apresenta uma parte maior chamada de corpo do útero e outra afunilada que é conhecida como colo do útero. No seu normal costuma medir 7,5 cm de comprimento por 5,0 cm de largura.
Fisiologicamente falando, quando o útero não está gestando, apresenta a função de promover a menstruação.
A representação simbólica do útero no emocional é o de abrigar, como um berço, um corpo minúsculo com seu espírito puro e original, ou seja, local onde formar-se-á um ser em contínua evolução. Dependendo da forma que ocorre a gestação e a continuidade  da mesma, teremos neste ser que ali se abriga, uma energia evolutiva ou deficitária. Ou seja, o processo gestacional é a fonte de energia da alma.
Com isso, verificamos que, na mulher, quanto mais ela consegue ser original, verdadeira e autentica em sua vida, mais ela consegue creditar boas condições de saúde ao seu útero e a partir disso, ao gestar, transfere sucessivamente ao seu filho, suas características de personalidade, sendo positivas ou negativas.
Ao longo de nossas vidas, recebemos informações e ensinamentos de pessoas muito próximas a nós. Recebemos como verdade absoluta e não questionáveis. Em nossa educação, nos é dito que devemos sempre manter a serenidade, a tranqüilidade, não devemos contrariar, devemos ser comportados, responsáveis e principalmente sempre obedecer àqueles que hierarquicamente representam autoridade.
Bem, essa é a educação passada. Entretanto não há uma obrigatoriedade de seguir o que não está de acordo com o perfil de personalidade de cada um. Devemos nos construir associando essas informações passados, com nossos valores, ideais e regras pessoais.
Quando seguimos a risca, sem nos darmos o direito de selecionar e escolher o que realmente nos preenche, deixamos de ser originais e espontâneas, nos frustrando e decepcionando não somente com a vida, mas com nós mesmas. Neste momento, estamos dando às costas as características principais de nosso útero: originalidade e espontaneidade.
Geralmente, nós mulheres, costumamos assumir papéis impostos, como os de submissão, de adaptação total ao estilo de vida que o companheiro traz de sua história. Torna-se fácil para a mulher assumir essa postura, pois não precisa batalhar por seu espaço, buscar conquistas, assumir erros, falhas, apenas viver aquilo que não é seu, e sim, de seu companheiro. Reprime-se para depois depositar nele suas frustrações. Na verdade, essas escolhas não são conscientes, ninguém “gosta” ou “prefere” viver desta forma. Entretanto, muitas são as vezes e situações em que a vida mostra tais fatos, e a mulher prefere manter-se nessa inconsciência de escolhas.
Se cada mulher assumisse a postura de vitoriosa na vida, de autenticidade no comportamento, de escolhas no dia a dia, as relações amorosas seriam mais serenas, mais autênticas e mais leais em sensações.
Seria de suma importância a mulher em geral, assumir sua força, sua criatividade, sua forma de ser, seus planos, projetos, enfim, sua vida, pois somente assim passará a deixar de ser àquela que nasceu para ser boa esposa, boa mãe, boa amiga para ser, além disso, boa profissional, boa estudante, boa empresária, enfim, boa pessoa em tudo que o fizer.
Quando a mulher procura se esconder e deixa de ser original e espontânea, somatiza em seu útero problemas como os miomas, fibromas, tumores em geral, pois passa a ocupar um espaço interior que originalmente era seu, para abrigar algo sem vida, e que lhe faz lembrar a estagnação de sua vida e gera culpa, frustração e decepção consigo mesma. 
 O mioma representa o próprio abandono da mulher em relação a ela mesma, é a representação física de sua estagnação e recolhimento a cerca de cortes e repressões em sua personalidade, em sua originalidade e espontaneidade. É um voltar no tempo e rever novas formas de preencher-se com fatos, palavras, conquistas e principalmente com valorização plena e de autenticidade.
Mulheres... sejamos originais e espontâneas como nossos úteros são todos os meses quando menstruamos, e quando não, abriga com amor e devoção um novo ser, cumprindo seu papel protetor e acolhedor.
Não precisamos massificar nada em nosso interior, mas sim, suavizar nossas buscas, nossas glórias e nossas conquistas.


Como uma azeitona na garganta


Bócio é o aumento de volume da tireóide. É conhecido popularmente como “papo”. Pode ocorrer por causa da carência de iodo no organismo.
Emocionalmente falando, verificamos nas pessoas com bócio, uma tendência a não ter bem definido o curso de sua vida, ou de não ter aceito plenamente o curso dado. Por não conseguir assumir seu jeito de ser diante dos outros, passa a adotar uma postura supostamente aceita na sociedade. Em função de sua necessidade de reconhecimento, acaba por violar sua forma de ser para vivenciar algo que não é verdadeiro.
Temos exemplos bem claros, tal como o da pessoa que acredita que para ser aceito e bem sucedido socialmente, precisa ser comunicativo e extrovertido, ela vai passar a participar de todas as conversas possíveis, vai sempre procurar estar presente, ao ponto de ultrapassar os limites pessoais. Ela terá tais comportamentos, mesmo sendo sua natureza o oposto, ou seja, tímida, observadora e introvertida.
Verificamos que o contrário também ocorre, pessoas que são expressivos, espontâneos, que por medo de imagens pessoais de autoridade, como pais por exemplo, calam-se amargando opiniões e posições sociais, tornando-se assim, submissos, recatados e sem expressão verbal.
Geralmente pessoas com bócio apresentam um limiar de frustração muito pequeno, acabam por abandonar seus planos e projetos no instante que sentem-se ameaçados ou com a certeza de sua derrota. Acabam por não tentar novamente, amargando seus sentimentos. Por abandonar seus planos e não sentir-se capaz, acaba por projetar nos outros suas dificuldades, escondendo-se atrás de boas  justificativas para explicar sua desistência e fracasso.
Muitas vezes acabam se tornando verbalmente agressivos, ríspidos em suas colocações, cobrando dos outros ao redor, aquilo que não consegue em si mesmo, exige dinamismo, eficiência, enfim tudo que não encontra de si.
Encontramos também os que buscam na chantagem, colocando-se como vitimas e direcionando para outros a responsabilidade daquilo que não consegue executar.
É necessário através de uma terapia, que o indivíduo que apresenta como somatização o bócio, busque identificar em si mesmo suas limitações em relação a vida e ao outro; procure entender as coisas em si e ao seu redor antes de agir e principalmente, aprenda a assumir suas dificuldades na execução de seus objetivos e planos.
Não podemos crer que transferir para outra pessoa a responsabilidade de nossos atos, ajuda-nos a crescer e evoluir.
Da mesma forma que não podemos sufocar nossas vontades, palavras, idéias, desejos e principalmente o que verdadeiramente somos, pois nos tornaremos tristes, infelizes, e insatisfeitos.
Quando procuramos modificar nossa estrutura de personalidade, tentando ser o que não somos, estamos agredindo nosso fluxo de energia, nossa vitalidade, gerando assim sintomas psicossomáticos que ao longo da vida, acabam tornando-se patologias dolorosas para nosso físico.
Enfim, sejamos nós mesmos, assumamos o que somos, o nosso papel na vida e nossa fala, nossos atos e escolhas! SEJAMOS NÓS!
Psic. Nalú!


Primeiro mês do último ano!


Pois é, estamos no primeiro mês do nosso último ano! É o que muitos estão dizendo por aí: “o fim do mundo vai ser em 21 de dezembro de 2012!”
Será mesmo?
Será que precisamos de uma data marcada?
Será que Deus deixaria registrado o dia exato para o término de sua tão perfeita criação?
Será que não deveríamos começar a nos questionar se não estamos em dívida com esse ser “Divino”, em não cuidarmos direitinho da Terra que ele nos emprestou?
Será que não é o momento de observarmos  mais nossos atos em relação a vida, em relação ao próximo e em relação a “casa” que Ele nos deu?
Muitos se preocupam com o dia 21/12/2012 e não olha para o chão que pisa. Não observa o lixo jogado na rua, a sujeira nas praças, nos campos, nos mares. Não repara naquela criança perdida, naquele mendigo com fome, naquele idoso sozinho, no irmão que chora, na mulher que suplica ou no homem que pede o perdão.
Preocupar-se com uma única data, parece-me tão pouco diante da grandiosidade de nosso Planeta, de nossa vida, de nossos Irmãos!
Olhe para dentro de si e tente encontrar um significa maior, um sentimento mais puro e pensamentos mais sublimes.
Faça sua parte nesta reestruturação da vida! Pense o bem, deseje o melhor, ame sempre, mesmo quando machucado, magoado; olhe com candura, cuide com amor e realmente Viva o Perdão!
Quanto ao fim do Planeta?
Podemos começar recolhendo o lixo do chão, parando de poluir rios e mares, não mais desmatando, construir casas em lugares próprios, não desviando rios, cuidando dos animais em geral, enfim, cuidando plenamente da natureza!
Então, no primeiro mês do nosso “último ano”, desejo a todos nós uma vida longa, repleta de amor, paz, harmonia e conscientização!

sábado, 7 de janeiro de 2012

A acupuntura ajudando na cura da tendinite


Sob a óptica da Medicina Tradicional Chinesa, a tendinite constitui-se como uma falha do Fígado e da Vesícula Biliar na nutrição e umedecimento dos tendões, respectivamente.
Partindo deste princípio, o Fígado seria responsável pela nutrição sanguínea dos tendões. Portanto, se o sangue do fígado torna-se deficiente, os tendões se enfraquecerão. Se há um excesso de energia deste órgão os tendões se contraem e sente-se dor muscular e tendínea. A vesícula Biliar, como víscera acoplada ao Fígado, tem papel crucial na manutenção da lubrificação dos tendões, complementando as ações do seu superior, o Fígado.
Observamos nos pacientes portadores de alterações nos tendões características semelhantes no aspecto emocional, no estilo de vida e nos tipos de personalidade. O Excesso de trabalho sem repouso adequado, raiva, ressentimento, mágoas, excesso de planejamento de qualquer ordem sem a devida execução, perdas mal elaboradas (de pessoas ou de coisas), mudanças abruptas na vida, sono irregular e alimentação rica em frituras e gorduras são achados comuns.
Outras alterações energéticas relacionadas ao Fígado/Vesícula Biliar podem ser encontradas nestes pacientes, tais como cefaléia temporal, gosto amargo na boca, irritação nos olhos, TPM, cólicas e sensação de bolo na garganta. Tal fato significa que estamos diante de um quadro mais avançado e que exige maiores cuidados que uma simples tendinite, exigindo, portanto intervenção multidisciplinar.
O tratamento pela acupuntura sistêmica deve ser complementado por aconselhamentos quanto a fatores emocionais, prática de atividade física pelo menos duas vezes na semana e orientações dietéticas. O Fígado e a Vesícula Biliar devem ser harmonizados energeticamente.
Uma vez que isso acontece, o corpo encontra a cura para os tendões. Os resultados dependem do grau de acometimento da tendinite e do poder de reação de cada organismo.
Existem vários métodos terapêuticos para o tratamento da tendinite, como por exemplo: moxabustão, acupuntura, a massagem Tui Na e fitoterapia. Estas são estratégias terapêuticas escolhidas através de um diagnóstico preciso obtido por meio da anamnese.A diminuição de atividade na área afetada ou até mesmo a imobilização são etapas essências do tratamento.
Mais uma vez nos deparamos com a capacidade do ser humano destruir a si mesmo! Tamanho os sentimentos negativos e densos que possui dentro de si que consegue deformar o próprio corpo e transformar-se em um ser infeliz e repleto de dores!
Podemos nos utilizar da acupuntura para aliviar nossas dores e para melhorarmos nossas vidas, mas necessitamos com urgência, buscar no conhecer-se a fórmula mágica para a nossa evolução!

Girando a cabeça feito coruja!!!


Quem um dia não teve a sensação de ser como as corujas? De ter que olhar para todos os lados como se desse voltas no próprio pescoço? Pois bem, isto é verdade, a nossa capacidade de observar tudo e todos ao nosso redor, que dá a flexibilidade também para nossa coluna cervical!
Isso mesmo! A simbologia da região cervical é o discernimento entre os pensamentos e aquilo que se passa em volta, permitindo uma relação tranqüila entre o ambiente e a nossa capacidade de assumir o próprio ponto de vista a respeito das coisas.
Quando estamos em equilíbrio em nossas emoções apresentamos ponderação, agimos com precipitação, esperamos os momentos certos para agirmos ao ter que tomar uma atitude. Isso indica que estamos com nossa cervical sem problemas!
Em contrapartida, quando somos rígidos, não conseguimos flexibilizar nossas idéias e opiniões e muito menos conseguimos nos identificar ou envolver com o meio que nos cerca, teremos sérios problemas na nossa cervical. Aqueles que passam o tempo todo buscando respostas no passado para resolverem seu presente, ou que vivem o futuro esquecendo de viver o agora e de construí-lo, provavelmente apresentará dores e falta de movimentação na cervical!
Um dos fatores mais marcantes de quem tem dores fortes no pescoço (cervical) é o fato de sentir-se frustrada por não conseguir realizar na realidade externa aquilo que criou no universo de sua mente.
Outra característica forte destas pessoas que sofrem de dor, é o fato de assumirem responsabilidades muito acima do que poderiam ou deveriam. São pessoas que tomam tudo para si, resolvem todos os problemas, inclusive os que não são seus.
Para resolvermos esta questão, necessitamos recorrer ao auto-entendimento de nossas capacidades, nossas necessidades e principalmente nosso papel no meio em que vivemos. Precisamos relaxar e verificar o quanto realmente conseguimos vivenciar nossa realidade, o quanto conseguimos interagir com as outras pessoas.
Precisamos entender nossas idéias não como verdadeiras, inflexíveis e únicas. Mas sim que podemos alterá-las, modificá-las, abandoná-las e principalmente, que podemos assumir novos pontos de vista. Podemos sim, alterar nossos projetos, objetivos, metas! Podemos e devemos observar tudo ao nosso redor e procurar aproveitar ao máximo as informações que nos permeiam.
Necessitamos a cada dia, relaxar, buscar o equilíbrio, a nossa verdadeira essência. Precisamos no encontrar e aceitar as nossas limitações e buscar no outro a nossa complementação.
Com certeza, flexibilizando nosso olhar, nossas idéias e nosso pescoço, daremos à nossa cervical, dias e dias melhores!